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Classificação Científica

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Galliformes
Família: Cracidae
 Rafinesque, 1815
Espécie: A. cumanensis

Nome Científico

Aburria cumanensis
(Jacquin, 1784)

Nome em Inglês

Blue-throated Piping-Guan


Estado de Conservação

(IUCN 3.1)
Pouco Preocupante

Fotos Sons

Jacutinga-de-garganta-azul

A jacutinga-de-garganta-azul é uma ave da ordem dos Galliformes da família Cracidae.

Também conhecida como cujubim e jacutinga. O nome jacutinga é de origem tupi e ressalta o branco da ave. Tinga significa claro, usada pelos índios para diferenciar do jacu propriamente dito. Jacutinga também é usado para outra espécie desse gênero, exclusiva da Mata Atlântica e muito ameaçada de extinção.

Nome Científico

Seu nome científico significa: de burria, aburri, aburria = nome ameríndio colombiano onomatopeico para aves genericamente chamadas de jacu; e de cumanensis = referente ou originário de Cumaná, cidade venezuelana capital do estado de Sucre. ⇒ Aburria de Cumaná.

Características

Mede de 60 a 69 cm de comprimento,sendo menor que Aburria cujubi e pesa de 1,25 a 1,35kg. Grande ave negra, forte contraste com o branco dominante na cabeça e da asa, em especial voando. A barbela é cinza clara, quase branca, com uma estreita pele pendendo no centro. Também retrátil, como no gênero Penelope, mas sempre visível. As pernas, avermelhadas, são muito pequenas em proporção ao corpo.A cauda é longa e negra.

Subespécies

Possui duas subespécies:

Alimentação

Vive em casais ou em bandos, alimentando-se de frutos no meio das copas. Também vai nos ipês floridos para comer as flores. Raramente, pousa no solo.

Reprodução

Hábitos reprodutivos…

Hábitos

Vive em matas de galeria, matas secas, cerrados, matas de várzea e matas de terra firme. Apesar de encontrar-se ameaçada, em certas regiões forma bandos às margens de rios e em bancos de argila, que podem chegar à até 11-15 indivíduos juntos se alimentando.

Distribuição Geográfica

Centro-oeste amazônico, desde as Guianas até o Peru, a Bolívia e o Paraguai. No Brasil esta espécie ocorre desde a margem norte do Solimões até o Pantanal mato-grossense, alcançando em Goiás a bacia do Araguaia e áreas do sudoeste.

Referências

Galeria de Fotos